11.11.16

Palmarosa

Cymbopogon martinii é uma espécie de capim pertencente à família do capim limão, mais conhecido como palmarosa. A planta é nativa do sudeste da Ásia, especialmente da Índia e Paquistão, e é muito cultivado pelo seu óleo.
Por conter alto teor de geraniol, ela se tornou popular na indústria de cosméticos por conta do seu aroma doce. E assim se tornou um excelente substituto do óleo de Gerânio e o de Rosas, por conta de seu valor mais acessível.
Mas a palmarosa não deve ser visto somente como um componente para fabricação de perfumes, cremes e sabonetes. Suas propriedades medicinais merecem atenção por sua contribuição à saúde humana. O óleo essencial de palmarosa é um excelente citofilático, ou seja, é um regenerador de tecidos que promove a renovação de células, levando a cicatrização de feridas e combatendo os sinais de envelhecimento. É também considerado útil no tratamento de infecções cutâneas em geral. É ainda um hidratante para tratamento de pele, mãos, pés, rosto e lábios. Recupera o equilíbrio de líquidos e estimula a secreção natural de oleosidade, o que torna este óleo adequado para a pele seca. Além de ajudar a potencializar absorção dos nutrientes dos alimentos pelo corpo, esse óleo estimula a secreção dos sucos digestivos, facilitando, assim, o processo de digestão. É igualmente eficaz contra agentes patogênicos na flora intestinal. Pode ser útil, portanto, em casos de disenteria e também tem efeito fortalecedor sobre os músculos do estômago. O óleo essencial de Palmarosa combina bem com os óleos essenciais de gerânio, grapefruit, sálvia esclaréia, gengibre, ylang ylang, sândalo, tangerina, alecrim, lavanda, louro, laranja e petitgrain. Modo de uso: Aromatizador (aproximadamente 9 gotas). Banhos (20 gotas após encher a banheira, dissolvidas em uma colher de sopa de óleo vegetal). Compressa (5 a 10 gotas em 1/2 litro de água). Inalação (2 gotas em um lenço ou inalador com água).Massagem (25 a 50 gotas em 100 ml de óleo vegetal). Fonte: E-mail André Ferraz - 2016

25.10.16

Bétula (Betula pendula)

Auxilia no estado dos rins  Seu carvão e Madeira são de altíssima qualidade  Os pastores de animais usavam a casca impermeável para a feitura de copos. A casca também rica em taninos é utilizada como antisséptica para cicatrizações. Contém flavonoides que auxiliam na limpeza das vias urinárias infeccionadas, eliminando em alguns casos pedras nos rins ou na bexiga. Auxilia no tratamento de emagrecimento  Abaixa o colesterol  Útil para ajudar a digerir É contra-indicada em gastrite, úlcera péptica, gestação, amamentação, insuficiência cardíaca ou renal.

19.10.16

Erva-doce

Livro: Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais - Reader's Digest







Livro: Plantas Medicinais no Brasil - Harri Lorenzi






Baillon, H.E., Histoire des plantes, vol. 7 p. 114, fig. 114 (1877-1880)




Baxter, W., British phaenogamous botany, t. 161-240, vol. 3 t. 176 (1834-1843)



Berg, O.C., Schmidt, C.F., Atlas der officinellen Pflanzen, vol. 2 t. 77 (1894-1896) [C.F. Schmidt




Chaumeton, F.P., Flore médicale, vol. 3 t. 163 (1830)



Curtis, J., British entomology, vol. 8 t. 126 (1823-1840) [J. Curtis


Degener, O., Flora Hawaiiensis, the new illustrated flora of the Hawaiian islands, (1932-1980)



English botany, or coloured figures of British plants, ed. 3 [B] [J.E. Sowerby et al], vol. 4 t. 601 (1865)


Fuchs, L., New Kreüterbuch, t. 283 (1543)


Gourdon, J., Naudin, P., Nouvelle iconographie fourragère, Atlas, p. 293, t. 63 (1865-1871)


Kirtikar, K.R., Basu, B.D., Indian medicinal plants, Plates, vol. 3 t. 477, fig. D (1918)



Kohl, F.G., Die officinellen Pflanzen der Pharmacopoea Germanica, t. 79 (1891-1895) [F.G. Kohl




Köhler, F.E., Medizinal Pflanzen, vol. 2 t. 88 (1890)



Losch, F., Kräuterbuch, unsere Heilpflanzen in Wort und Bild, Zweite Auflage, t. 51, fig. 1 (1905)



Masclef, A., Atlas des plantes de France, vol. 2 t. 131


Miller (Mueller. Müller), J.S., Borckhausen, M.B., Illustratio systematis sexualis Linnaei [folio (German) edition], t. 13 (1770-1777) [J. Miller


Nees von Esenbeck, T.F.L., Plantae officinales, vol. 1 (1828-1833) [A. Henry


Rousseau, J.J., La botanique de J.J. Rousseau, t. 30 (1805) [P.J. Redouté]



Stichting Academisch Erfgoed - geheugenvannederland.nl, the Netherlands


Thomé, O.W., Flora von Deutschland Österreich und der Schweiz, Tafeln, vol. 3 t. 364 (1885)


Vietz, F.B., Icones plantarum medico-oeconomico-technologicarum, vol. 1 t. 86 (1800) [F.B. Vietz


Wight, R., Icones Plantarum Indiae Orientalis, vol. 2(1) t. 515 (1846) [Rungia



Wight, R., Icones Plantarum Indiae Orientalis, vol. 2(1) t. 570 (1846) [n.a.



Woodville, W., Hooker, W.J., Spratt, G., Medical Botany, 3th edition, vol. 1 t. 49 (1832)



Woodville, W., Medical botany, vol. 3 t. 160 (1793)



Zorn, J., Oskamp, D.L., Afbeeldingen der artseny-gewassen met derzelver Nederduitsche en Latynsche beschryvingen, vol. 1 t. 63 (1796)


Fígado - Gan


Chá de Picão

Tanchagem


Taboa


Sálvia


Romã


Malva


Hortelã


Dente de leão


Cavalinha



Livro: Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras - Alexandro Botsaris

CAVALINHA - Equisetum arvense L., E.
hyemale L. e outras.

Subarbusto do grupo das Pteridófitas que vegeta, preferencialmente, em terrenos úmidos. Apresenta rizomas subterrâneos e caules (haste) aéreos eretos, de coloração esverdeada, fistulosos (ocos) e estriados, que podem alcançar 60 cm de altura ou mais. As folhas são pequenas, escamiformes, geralmente soldadas entre si na base, simulando uma bainha com várias pontas, envolvendo o caule nos nós. Os ramos aéreos estéreis podem ser ramificados (exemplo, E. arvense) ou não (exemplo, E. hyemale), sendo que os ramos férteis não se ramificam terminam em estróbilos produtores de esporos.

Família botânica: Equisetaceae

Nomes populares: cavalinha, rabo-de-cavalo, lixa-vegetal, cana-de-jacaré, cauda-equina, cauda-de- raposa, cola-de-cavalo, erva-carnuda, equiseto, etc.

Parte usada: parte aérea (haste/caule estéril).

Principais componentes químicos: sais minerais, principalmente ácido silícico, potássio, fósforo, manganês, flavonóids, alcalóides,taninos,saponinas, ácidos orgânicos.

Algumas propriedades: usada na medicina caseira na forma de chá como diurético (maior atividade diurética no E. hyemale), com ação adstringente eauxiliar no tratamento de processos reumáticos e osteoporose, bem como nos problemas de recalcificação de fraturas.

Precauções/Toxicidade/Contra-indicação: apresenta um fator antinutricional (tiaminase), que inativa a tiamina (vitamina B1) e a falta deste nutriente pode provocar lesões no sistema nervoso central. Em altas concentrações pode provocar irritações no sistema urinário, cefaléias, anorexia, fadiga possivelmente devido à presença de alcalóides. Topicamente pode provocar dermatite seborréica.

Contra-indicado para gestantes e lactantes e pacientes com insuficiência renal.

Fonte: Plantas medicinais: do curso de plantas medicinais. Coord. Haraguchi, Linete Maria Menzenga e Carvalho, Oswaldo Barretto de. São Paulo: Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Divisão Técnica Escola Municipal de Jardinagem, 2010.
Livro: Segredos e virtudes das plantas medicinais - Reader's Digest


Livro: Plantas Medicinais no Brasil - Harri Lorenzi